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Limite entre Curitiba e São José dos Pinhais tem nova proposta

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A Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec) e o Instituto Água e Terra (IAT) apresentaram nesta semana uma proposta que estabelece um novo limite territorial entre os municípios de São José dos Pinhais e Curitiba.

Elaborada pela equipe técnica dos dois órgãos e amplamente debatida com as prefeituras, a proposta busca, além de atualizar a demarcação dos limites, evitar dúvidas e disputas territoriais.

Isso ocorre pois a Lei que determina os limites vigentes é de 1951 (Lei Estadual no 790/51), e possui a seguinte descrição: “Da foz do Rio Barigui no Rio Iguaçu, sobe por este até a foz do Rio Atuba”.

Além da insegurança nesta definição, em 1960 foi aprovada a Lei Estadual no 4.245/60, que criou o município de Mandirituba, desmembrado de São José dos Pinhais e, em 1992, a Lei Estadual no 10.065/92 criou o município de Fazenda Rio Grande, desmembrado de Mandirituba.

Para complicar ainda mais, desde 1951, diversas obras de drenagem, contenção de cheias, o próprio assoreamento e até algumas intervenções urbanas, acabaram alterando o leito original do rio causando assim problemas aos municípios quanto ao entendimento e atuação nestes locais, podendo até mesmo gerar disputas territoriais. Com a apresentação da nova proposta, os limites passam a ser mapeados digitalmente, o que também trará muito mais segurança nestas definições.

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PARQUE SÃO JOSÉ – Um grande conflito que será corrigido com a nova proposta é com relação ao Parque São José. Hoje, apesar de ser administrado por São José dos Pinhais, grande parte da área pertence a Curitiba. O novo limite destina a área definitivamente para São José dos Pinhais, evitando qualquer problema que essa insegurança poderia gerar.

EXTENSÃO – Apesar da mudança, a extensão territorial de ambos os municípios permanecerá inalterada. Isso porque a proposta foi criada buscando manter o atual território, já que nenhum do dois municípios gostaria de perder áreas, e qualquer mudança neste sentido poderia inviabilizar o projeto.

A proposta agora será apresentada para as Câmaras Municipais, onde serão debatidas pelos vereadores e, na sequência, encaminhada como Projeto de Lei à Assembleia Legislativa, para aprovação do limite proposto.

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Saúde reforça equipe para combate à dengue em Barbosa Ferraz

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A Secretaria de Estado da Saúde autorizou um reforço emergencial para os trabalhos de combate à dengue em Barbosa Ferraz. Já são quase mil casos confirmados da doença no município, que pertence à 11ª Regional de Saúde de Campo Mourão. O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, esteve no sábado (22) na cidade para debater as ações que serão realizadas para eliminar os criadouros do Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue.

Além de ampliação do trabalho de campo, com a remoção mecânica de possíveis focos, em conjunto com agentes comunitários e agentes de endemias do município e do Estado, o arrastão técnico será ampliado com equipes de outras regionais de saúde. “Temos conjugados esforços no auxílio aos municípios, porque o momento exige efetividade neste combate”, disse Beto Preto.

O secretário da Saúde informou que o Estado fará um aporte financeiro de R$ 5 milhões aos municípios em epidemia para auxiliar na aquisição de insumos clínicos e na estrutura de atendimento hospitalar e ambulatorial.

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AÇÕES – Orientações de manejo clínico também deverão acontecer nos próximos dias, garantindo o reforço na capacitação dos profissionais, sob coordenação da Secretaria da Saúde.

A força-tarefa em Barbosa Ferraz, segundo o secretário, vai auxiliar na redução dos focos e, consequentemente, o número de casos de dengue no município deve cair, assim como aconteceu em Nova Cantu. “Onde intensificamos o trabalho, já tivemos redução no número de notificações. É importante que a população em geral e os profissionais de saúde estejam engajados, uma vez que quase 90% dos criadouros são removíveis”, alertou.

A limpeza das galerias pluviais, por parte da Sanepar, é outra medida que será adotada. Com possíveis entulhos ou material orgânico acumulado, o local acaba sendo um ambiente propício para a proliferação do mosquito.

 “Estamos preocupados com a dengue no Paraná. É uma doença que mata. Temos perdido vidas. Estamos diante do sorotipo dois do vírus. Os paranaenses não têm imunidade a ele. Dengue é uma doença que podemos prevenir. Por isso, é importante a ajuda de todos”, reforçou Beto Preto.

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