Carros e Motos

Fiat Toro Ultra 2020 chegará às lojas em dezembro por R$ 164.900

Publicados

em

source
Fiat Toro ultra prata arrow-options
Divulgação

Fiat Toro Ultra 2020: capota rígida removível como principal novidade em relação às demais versões da picape

Apresentada em julho, a Fiat Toro Ultra 2020 tem o preço divulgado bem como a data em que vai chegar às lojas no Brasil. A novidade estreia em dezembro por R$ 164.990, tornando-se a nova versão topo de linha, acima da Ranch, que vem com o mesmo conjunto mecânico.

 LEIA MAIS: Fiat lança linha 2020 da Toro com novas versões, entre outras novidades

O principal atrativo da nova Fiat Toro Ultra fica por conta da cobertura rígida da caçamba, o que transforma o compartimento de carga em um grande porta-malas de 820 litros, uma vez que a bagagem passa a ficar mais protegida. Porém, para quem quiser, também é possível remover a capota para levar objetos maiores, que precisam de mais altura livre para serem transportados. 

Mais detalhes da Fiat Toro Ultra

Fiat Toro arrow-options
Divulgação

Fiat Toro Ultra terá o mesmo nível de equipamentos da versão Ranch, que era a versão mais cara da linha

A nova versão da picape Fiat Toro virá apenas com motor 2.0, turbodiesel, que rende 170 cv e 35,7 kgfm de torque a 1.750 rpm. Do sistema de transmissão faz parte o câmbio  automático de nove marchas, que funciona com tração integral sob demanda. Sobre a nova capota, a fabricante diz que ela suporta até 100 kg de carga e que é aberta em um ângulo de 40 graus com ajuda de molas a gás.

Leia Também:  Nissan e-Power: sistema híbrido diferente que logo chegará ao Kicks brasileiro

LEIA MAIS:  Fiat Toro Endurance TD 4×4 2020: uma picape valente e com estilo

Na lista de equipamentos de série, a Fiat Toro Ultra vem com controles eletrônicos de estabildade e tração, central multimídia de 7 polegadas com tela sensível ao toque e compatível com Andoid Auto e Apple Car Play, além de ar-condicionado digital bizone estribos laterais, entre outros itens. Serão quatro das cores disponíveis: sólidas branco Ambiente, prata Billet, preto Carbon e a metálica azul Jazz

Fonte: IG CARROS
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Carros e Motos

Veja 5 esportivos que parecem bons, mas estão longe disso

Publicados

em

source

Por vezes, somos induzidos a pensar que um determinado veículo é bom pelo simples fato de estar na moda, ou ser muito disruptivo na comparação com o que estamos acostumados. Um bom exemplo na cultura pop é o DeLorean, ícone que protagonizou o filme “De Volta Para o Futuro”.

LEIA MAIS: Veja os melhores carros que aceleramos ao longo de 2019

O DeLorean era bonito, carismático e chamativo, mas quem ousou comprá-lo durante seu período de produção (entre 1977 e 1982) se arrependeu antes de virar a primeira esquina. Sua condução era engessada e nada esportiva. comprometendo a dirigibilidade de quem buscava uma característica mais dinâmica. Mas ele não foi o único. Podemos citar diversos modelos com a mesma pegada no Brasil.

A reportagem do iG Carros elenca os 5 esportivos que todos acham que são bons, mas na verdade estão bem longe disso.

1 – Chevrolet Camaro SS 2010

Chevrolet Camaro arrow-options
Divulgação

O “remake” do Chevrolet Camaro é lindo, mas a parte dinâmica era prejudicada pelo design encorpado

Quando o conceito do Camaro foi apresentado no Salão de Detroit em 2006, o mundo parou. O design arrasador do resgate ao muscle car americano chamou muita atenção, tanto que o modelo logo se tornou praticamente um co-protagonista na franquia Transformers. Pela primeira vez na história, ele também vendeu mais que o Mustang, tamanha a badalação.

Abaixo do capô, um grande 6.2 V8 despejava a fúria de 406 cv de potência e 56 kgfm de torque para o eixo traseiro pela transmissão automática de seis marchas. Apesar de ter inaugurado a “nova escola” dos muscle cars , o comportamento dinâmico do Camaro não agradou – principalmente pela posição de dirigir, visibilidade interna e, principalmente, excesso de peso. Para se ter uma ideia, a nova geração ficou 83 kg mais leve.

Leia Também:  Veja 5 scooteres inéditos que estão no Salão Duas Rodas 2019

2 – Hyundai Veloster 1.6 2011

Hyundai Veloster arrow-options
Divulgação

Lembra do lançamento do Hyundai Veloster? Tinha fila de espera mesmo antes do carro desembarcar no Brasil

Outro que chegou ao Brasil com muita badalação foi o Hyundai Veloster. O hatch foi importado pelo Grupo Caoa em 2011, aproveitando as vendas embaladas da primeira geração do i30 para chegar ao mercado com os dois pés na porta – tinha até fila de espera, tamanho o impacto que causou o visual ousado.

Mas o desenho arrojado que chamou bastante atenção não estava de acordo com o desempenho. O carro linha com motor 1.6 flex, com apenas 128 cv – o mesmo do HB20, um carro menor e mais leve. O “hype” se tornou fama negativa para o Veloster, que acabou deixando o nosso mercado de forma discreta. Apesar da nova geração aparecer nos registros de patente do Brasil, a Caoa ainda não se moveu para lançá-lo.

3 – VW Golf GTI 1993

VW Golf GTI MK3 arrow-options
Divulgação

O Golf GTI era importado do México, mas andava menos que o Gol GTI nacional

Com a abertura das importações nos anos 90, os brasileiros finalmente poderiam comprar um Golf – sucesso absoluto na Europa. O modelo esportivo GTI já era um ícone desde seu lançamento em 1976, e na terceira geração, ele finalmente encostou suas extremidades emborrachadas no Brasil.

LEIA MAIS: Conheça 5 modelos inéditos que serão lançados no Brasil em 2020

Leia Também:  Bike elétrica Vela 2 é revelada com novas tecnologias e soluções de mobilidade

É uma pena que essa tenha sido a pior geração do GTI, com motor 2.0 de apenas 116 cv de potência e 17,3 kgfm de torque. Nessa configuração, o esportivo da VW era capaz de atingir 100 km/h em 11 segundos – marca imperdoável pela proposta. Para se ter uma ideia, o Gol GTI nacional que era mais barato atingia a mesma marca em 9,2 segundos.

4 – Fiat Argo 1.8 HGT

Fiat Argo HGT 1.8 arrow-options
Divulgação

Os atributos do Fiat Argo HGT 1.8 estão no visual, pois o conjunto mecânico está longe de ser esportivo

Lembra do Brava HGT, o fastback italiano que esquentou as vendas entre os esportivos médios da virada do século? Ele tinha 132 cv e era capaz de atingir 100 km/h em apenas 9,5 segundos. Cheio de tecnologia, trazia recursos que eram raros para a época, como cabeçote em alumínio e coletor de admissão com geometria variável.

Quando a Fiat anunciou que o Argo teria uma versão HGT, os puristas logo se animaram com a possibilidade de um novo hatch esportivo na categoria do Sandero R.S. Mas a empolgação durou pouco, pois o Argo logo foi anunciado com o mesmo motor 1.8 de 139 cv – com câmbio manual de cinco marchas, ou automático, de seis.

5 – Ford Escort 1.6 XR-3

Escort arrow-options
Divulgação

Ford Escort XR-3 Laser, uma das edições especiais do modelo com motor 1.6 CHT

O Escort foi um dos que mais se beneficiou da união Autolatina entre Ford e Volkswagen. A partir de 1989, ele passou a integrar motor 1.8 AP de 99 cv de potência e 16 kgfm de torque, força suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos. Antes disso, ele trazia outra receita mecânica.

LEIA MAIS: Veja os 5 sedãs compactos que menos perdem valor depois de um ano

Estamos falando do antigo 1.6 CHT da Ford , com apenas 81 cv de potência e 12,1 kgfm de torque. Nessa configuração, ele precisava de aproximadamente 14 segundos para atingir 100 km/h. Dá para acreditar que ele ainda era considerado um esportivo?

Fonte: IG CARROS
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo