Saúde

Exército diz que não decidiu sobre uso de hospitais de campanha no Rio

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O Comando Militar do Leste (CML) informou nessa quinta-feira (19), em nota oficial, que ainda não há nada decidido “sobre um possível emprego dos hospitais de campanha do Exército na cidade do Rio de Janeiro”, conforme anunciado pela prefeitura.

Na nota, o Exército afirmou que esses meios de saúde são escassos e que seu emprego, em âmbito nacional, “será autorizado pelo Ministério da Defesa, após criteriosa avaliação do Comando do Exército”.

O Comando Militar do Leste disse que “até o momento, ainda não houve decisão quanto à ativação desse tipo de instalação de saúde em nenhuma região do país”.

Resposta

A  prefeitura do Rio de Janeiro disse que está afinada e em contato permanente com o Ministério da Defesa quanto à montagem do hospital de campanha no Riocentro. “A prefeitura, além de ofício ao Comando Militar do Leste, tem tratado diretamente com os responsáveis envolvidos para preparar toda a estrutura necessária à instalação do hospital”.

Segundo a prefeitura, o Comando Militar do Leste só entra em ação quando é sinalizado o momento propício e, para tanto, o espaço já tem que estar pronto. “A montagem do hospital de campanha é feita em 24 horas pelo Exército, conforme os entendimentos entre as partes”.

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A prefeitura informou, sem denir data, que montará um hospital de campanha com capacidade para internar até 500 pacientes no Riocentro, principal centro de convenções da cidade, localizado em Jacarepaguá, na zona oeste.

Os leitos do hospital improvisado serão usados para internar pessoas que estão se recuperando de cirurgias eletivas ou que estão em tratamento em hospitais da rede municipal. A ideia é liberar as vagas ocupadas por essas pessoas para que pacientes com Covid-19 possam ser atendidos.

Estado

O governo do estado anunciou que vai montar três hospitais, cada um com 100 leitos no primeiro mês e mais 100 no segundo mês. Um deles será no Parque dos Atletas, bem próximo ao Riocentro.

Mais dois hospitais serão fora da cidade: um no aeroclube de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e outro em São Gonçalo. Diferentemente do hospital da prefeitura, essas unidades provisórias do estado serão voltadas a pacientes infectados pelo novo coronavírus. Os hospitais do estado serão montados sem o auxílio das Forças Armadas.

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Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Número de casos de covid-19 sobe para 7.910 e mortes chegam a 299

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O número de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus no país subiu de 6.836 para 7.910 entre ontem (1º) e hoje (2), conforme atualização do Ministério da Saúde.

O número de mortes passou de 240 para 299. O índice de letalidade subiu de 3,5% para 3,8%.

As mortes ocorreram em São Paulo (188), Rio de Janeiro (41), Ceará (20), Pernambuco (9), Piauí (4), Rio Grande do Sul (5), Paraná (4), Amazonas (3), Distrito Federal (4), Minas Gerais (4), Bahia (3), Santa Catarina (2), Rio Grande do Norte (2), Sergipe (2), Alagoas (1), Maranhão (1), Mato Grosso do Sul (1), Pará (1), Espírito Santo (1), Goiás (1), Paraíba (1) e Rondônia (1).  

Os novos casos totalizaram 1.076. O resultado significou um aumento de 16% em relação ao total registrado antes. Mas se considerado apenas os novos casos, o desempenho foi menor do que nos dois dias anteriores, quando os números foram, respectivamente, de 1.119 (1º de abril) e 1.138 (31 de março).

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Foram 58 novas mortes. O resultado é o maior da série histórica. Nos três dias desta semana, os números de novas mortes foram de 23, 42 e 40. No tocante ao perfil, 60% eram homens e 40%, mulheres. No recorte por idade, 89% das vítimas tinham acima de 60 anos.
Acompanhe ao vivo a coletiva diária do governo federal para atualizar os dados do avanço de covid-19 no país:

Judicialização na saúde

Mais cedo, o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o procurador-geral da República, Augusto Aras, se reuniram para discutir formas de cooperação entre os gestores de saúde e o Ministério Público Federal (MPF). Os dois indicaram parcerias para a troca de informações e para a destinação de acordos de leniência.

Mandetta manifestou preocupação com ações judiciais no sistema de saúde, envolvendo o combate ao novo coronavírus. Ele citou como exemplo a prefeitura da cidade paulista de Cotia, que entrou na Justiça para confiscar respiradores (equipamentos utilizados em Unidades de Terapia Intensiva) de uma fábrica da cidade. A iniciativa acabou por dificultar o acesso a esse produto por unidades de saúde em outros locais.

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Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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