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Empresa vende todas as suas motos elétricas criadas a partir do filme Tron

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Moto do filme Tron é um conceito para rodar nas ruas. Tem motor elétrico capaz de chegar aos 110 km/h

A empresa de tecnologia Parker Brothers Concepts vendeu todas as 25 Neutrons, motos elétricas inspiradas no filme Tron, cujo anúncio havia sido feito há 10 anos. Com preços de US$ 55 mil e US$ 75 mil (R$ 230 mil e R$ 320 mil em conversão direta), elas adotam o conceito de mobilidade do futuro que cada vez mais empresas se utilizam de modo a aumentar o apelo de seus produtos. Apesar do visual arrojado, as Neutrons seguem todas as regulamentações de segurança para circularem no trânsito.

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No início, quando a moto do filme Tron ainda era chamada de Xenon, vinha com um motor a combustão da Suzuki. Só em 2019 que ela foi ganhar as baterias de íon-lítio, com capacidade de acelerações mais intensas e de levá-la à velocidade máxima de 110 km/h. Apesar da boa diferença de preços entre as versões, a única diferença entre ambas são os piscas, luzes de identificação e espelhos.

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Motos elétricas são o futuro

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Harley-Davidson LiveWire: Uma das pioneiras do futuro, que será repleto de motos elétricas

O lado positivo das empresas de tecnologia é a liberdade que elas se dão de criar projetos totalmente inusitados. Por outro lado, cada vez mais observamos essa tendência em grandes marcas. A Harley-Davidson, por exemplo, já vende a elétrica LiveWire nos EUA por US$ 29.799, o equivalente a R$ 129,5 mil, em conversão direta.

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O modelo é, definitivamente, o grande divisor de águas na história da marca. O novo design futurista não é só parte da estratégia da Harley-Davidson de renovar seus negócios nos EUA até 2027, mas também de estabelecer a marca como líder na eletrificação do transporte em duas rodas. É com isso que, a partir dela, a marca revelou que outras motocicletas elétricas deverão chegar logo em seguida.

Dados oficiais de desempenho revelam que é capaz de acelerar até 100 km/h em 3 segundos e sua autonomia é de 235 km. O propulsor elétrico não faz uso de embreagem, nem troca de marchas, simplificando a condução para novos pilotos. Além disso, as frenagens regenerativas de energia adicionam carga à bateria.

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Através do sistema Connect, o piloto se informa sobre o status da carga de bateria, autonomia disponível, locais onde há estações de recarga para a bateria, alerta de violação e localização do veículo, notificações de atendimento e lembretes de revisões. Entre outros equipamentos, também se encontram os que auxiliam a condução. Entre eles, o controle eletrônico de chassi, freios ABS e controle de tração.

Tal como a moto do filme Tron , o seu motor está localizado na parte inferior da motocicleta para baixar o centro de gravidade, ajudando na agilidade da moto em todas as velocidades e tornando mais fácil o controle quando parada. Por fim, para não deixar a desejar no quesito ronco, o motor entrega, segundo a fabricante “um novo som característico da Harley-Davidson ao acelerar e ganhar velocidade”.

Fonte: IG CARROS
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Carregamento sem fio deve ser o futuro dos carros elétricos

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Olhar Digital

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O carregamento sem fio pode ser uma realidade para o setor de carros elétricos

Assim como já é possível o carregamento sem fio para alguns modelos de celular, com a linha de carros elétricos da BMW pode não ser diferente. A empresa alemã está desenvolvendo um carregador sem fio para seus veículos elétricos, o que pode configurar o começo de um novo futuro.

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Carregar um veículo com um cabo apresenta diversas dificuldades. A primeira e principal delas é encontrar uma estação de carregamento com o conector certo para seu carro. É quase como abastecer apenas em um posto de gasolina que tenha o mesmo país de origem do veículo.

A falta de padronização de estações de carregamento é um dos grandes desafios para montadoras, gerentes de infraestrutura e proprietários de veículos, até mesmo em países onde os carros elétricos já são realidade. E mesmo que encontre um bom lugar para abastecer, isso demanda tempo. Recuperar a energia de um carro elétrico demora muito mais do que encher o tanque de gasolina.

O carregamento sem fio pode transformar todas essas dificuldades enquanto o veículo estiver estacionado. Sem filas, sem conectores confusos, apenas parado e desligado.

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O padrão de carregamento sem fio da Society of Automotive Engineers (SAE J2954) está quase em sua versão final e pode criar confiança em montadoras, gerentes de infraestrutura e proprietários de veículos para adotarem essa tecnologia. Essa facilidade pode também reduzir a necessidade de instalação de um carregador caro em casa, baixando o custo total de um carro elétrico. O lançamento comercial do padrão de carregamento sem fio baseado em J2954 é esperado ainda para este ano.

Outro ponto a favor desse tipo de carregamento é a autonomia da bateria. Os carros elétricos produzidos atualmente saem de fábrica com um alcance muito alto e dificilmente usado. A distância média percorrida de carro nos EUA é de dez quilômetros ou menos, mas os consumidores compram veículos como se fossem atravessar o país todos os dias, porque o carregamento ainda é algo incerto, e as montadoras entendem que o alcance da bateria deve ser equivalente à capacidade do tanque.

A BMW vem testando a tecnologia do SAE J2954 em alguns modelos 530e plug-in híbridos equipados com a tecnologia wireless WiTricity. A Hyundai aproveitou os testes para usá-lo também como assistente de estacionamento autônomo. Outras montadoras, como GM, Nissan e Honda, também são parceiras no desenvolvimento da tecnologia.

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Atualmente, a maioria das instalações de carregamento sem fio estão em residências, principalmente na Europa. Mas a Research and Markets estima que, até 2027, esse mercado crescerá de US$ 16 milhões para US$ 234 milhões.

Entretanto, o crescimento não é tão simples assim. Para que essa mudança aconteça, as montadoras devem massificar o uso do SAE J2954. O carregamento sem fio não vai dominar o mercado de uma hora para outra, se é que vai de fato ser o líder em algum momento. Isso desenha um futuro em que as fabricantes precisarão criar veículos com duas interfaces de carregamento, uma com fio e outra wireless, por muitos anos.

A instalação de placas de carregamento em muitos lugares exigirá muitos projetos de engenharia, permissões, fornecimento de serviços públicos e arrendamentos – algo que também aconteceria com a expansão da infraestrutura comum.

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A ausência da Tesla neste investimento também deve ser levada em conta. A empresa, que hoje é a maior da indústria de carros elétricos , prefere apostar em baterias grandes e superchargers. 

Via: Roadshow

Fonte: IG CARROS

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