Política Estadual

Criai apresenta balanço do 2º semestre em reunião marcada para terça (03)

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (Criai) da Assembleia Legislativa do Paraná realiza, na terça-feira (3), uma reunião para apreciação de projetos e apresentação do relatório do 2º semestre de trabalho. Será na sala de reuniões Arnaldo Busato, após sessão plenária.

No encontro os deputados também irão fazer a análise sobre três projetos de lei que tramitam na Assembleia: projeto de lei 116/19 do deputado Francisco Büher (PSD) que concede Título de Utilidade Pública à Associação Solidária Construir Vidas, com sede no município de Piraquara; projeto de lei 565/19 do deputado Gilson de Souza (PSC) que concede Título de Utilidade Pública à Associação Amor Viral, com sede no município de Campo Largo; e o projeto de lei 800/19, também do deputado Gilson de Souza, que concede Título de Utilidade Pública à Associação Criarum, com sede no município de Curitiba.

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Política Estadual

Projeto de Lei assegura certidão em braile à deficientes visuais

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O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência (PcD) foi criado em 3 de dezembro de 1992, pela Organização das Nações Unidas (ONU), e abrange deficiências físicas e mentais. O deputado Subtenente Everton (PSL) protocolou na Assembleia Legislativa do Paraná o Projeto de Lei 913/2019 que assegura às pessoas com deficiência visual do Paraná, o acesso a certidões de registro civil confeccionadas em braile. O projeto abrange as certidões de nascimento, casamento e óbito. “Muitas pessoas não sabem, mas o maior índice de deficiência no Brasil é a visual, são 3,4% de deficientes visuais. São milhões de pessoas que não enxergamos nas ruas por que elas ainda esbarram na falta de acessibilidade”, declara.

Em 2010, a deficiência visual estava presente em 3,4% da população brasileira; a deficiência motora em 2,3%; deficiência auditiva em 1,1%; e a deficiência mental/intelectual em 1,4%. “Nos EUA temos a sensação de existirem mais pessoas com deficiência porque vemos eles nas ruas, nos shoppings, nos cinemas; porque é respeitada a sua preferência em todos esses lugares”, disse. “No Brasil são 45 milhões de pessoas que não enxergamos nas ruas por que elas ainda esbarram na falta de acessibilidade; muitas ficam confinadas ao espaço doméstico, sem acesso à educação, saúde, esporte e lazer”, declara.

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De acordo com a ONU, 10% da população mundial possui algum tipo de deficiência, no Brasil são 45 milhões, segundo dados do IBGE. No Paraná esse índice é de 22%, ou seja, uma em cada cinco pessoas possuem deficiência visual, auditiva, motora ou intelectual. “São 2.428.673 pessoas. Precisamos adequar os lugares, mas também a nossa cultura em relação as pessoas com deficiência”, afirma.

Projetos de inclusão – A inclusão é um desafio enfrentado todos os dias com políticas públicas, mas, de acordo com o deputado Subtenente Everton, só irá se concretizar com a participação e o compromisso de todos. “A começar pelo respeito e a prioridade que damos às pessoas com deficiência, seja nos atendimentos ou atividades corriqueiras do nosso dia a dia como, por exemplo, a preferência para servir-se no buffet de um restaurante”, disse.

O deputado Subtenente Everton trabalha é membro do CRIAI – Comissão da Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência e, entre várias ações destaca-se a realização de cinco Seminários para discutir o Transtorno do Espectro Autista (TEA), com os pais, professores e profissionais da área.

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O deputado também é coordenador da Frente Parlamentar em Apoio e Defesa ao Paradesporto e trabalha a inclusão da PcD através do esporte. “Há uma grande limitação de recursos para esse segmento. Esses atletas são praticamente invisíveis para a sociedade. Neste primeiro ano de mandato, promovemos algumas ações que irão nos nortear em 2020”, afirmou o parlamentar. Entre elas, foi realizada a visita ao Comitê Paralímpico Brasileiro e realizado o Festival Militar Paralímpico. “Foram experiências que nos mostraram que a pessoa com deficiência precisa e merece ser vista como igual, obviamente com respeito às suas particularidades. Ela não precisa de compaixão. Precisa de políticas públicas sérias e eficazes com as quais estou comprometido”, conclui.

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