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Conheça Gabriela Prioli, comentarista da CNN Brasil que repercute nas redes

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Desde que a CNN Brasil estreou, no dia 15 de março, a comentarista Gabriela Prioli roubou a cena na emissora e conseguiu projeção nas redes socias. A advogada participa do programa “Grande Debate”, comandado por Reinaldo Gottino, e investe em criticas ao presidente Jair Bolsonaro e ao Planalto com credibilidade e muitas expressões faciais de inconformismo. Ela divide a bancada com o comentarista Caio Coppolla com posições mais a direita, que agora foi substituído por Tomé Abduch.

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Gabriela Prioli


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Quem é Gabriela Prioli

Com 33 anos, Gabriela estudou no colégio Campos Salles, na Lapa, e era considerada inteligente e boa aluna pelos colegas. É formada em direito penal, professora de pós-graduação em direito na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, e especialista em política de drogas. E agora, compõe o time de comentaristas da CNN Brasil.

A criminalista foi criada ao lado do irmão mais novo pela mãe fonoaudióloga. O pai faleceu quando ela era criança em decorrência de um acidente de carro.

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Eu tenho meu pai comigo em cada linha que eu leio. Foi procurando por ele nos livros que sobraram em casa que eu descobri a minha paixão pela literatura. Até hoje (e provavelmente pra sempre) eu penso nele quando aprendo algo novo. Acho que conversamos sobre em alguma dimensão… (outro dia, em sonho, ele me deu a dica do Germinal). Eu tenho minha mãe comigo em cada discurso. Toda minha altivez é dela, pq era ela quem fazia questão de me dar cobertura (e fazia questão de deixar claro que ela estava lá pra me dar cobertura e eventualmente algum impulso). É dela também o que eu tenho de generosidade e dedicação. Eu assisti a minha mãe se virar pra nós dar o melhor. Eu a vi colocar o nosso bem estar em primeiro lugar. Eu ainda vejo. Foi com ela que eu aprendi a ser verdadeira. Ela não joga no ar declarações de amor, ela ama. Não te cobra nada, te deixa voar. E a gente volta e se ama profundamente pq não é forjado, imposto, é verdadeiro. Algumas pessoas dizem que eu tive azar por perder o pai tão nova, mas eu tive sorte! Sorte de tê-lo por seis anos que se prolongam no tempo (ele vive em mim). Sorte por assistir a minha mãe, que ficou viúva um ano mais jovem do que eu sou hoje, se tornar uma mulher inacreditável. Escolheria a minha família e a minha história todas as vezes que pudesse escolher. ** Meus looks sempre maravilhosos.

Uma publicação compartilhada por Gabriela Prioli (@gabrielaprioli) em 11 de Ago, 2019 às 12:42 PDT


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Casada com o DJ, Thiago Mansur, Gabriela Prioli coleciona amizade com famosos como Anitta , que gravou no início do ano a música “Zé do Caroço” com a dupla Jetlag Music, do marido de Prioli. As duas já viajaram juntas e frequentaram a casa uma da outra. Rafa Kalimann , Camila Coutinho, Lívia Andrade, Celina Loks e Sabrina Santo também já foram clicadas ao lado da advogada e fazem parte do hall de amigos famosos dela.


Fonte: IG GENTE

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“O Pequeno Príncipe visita São Paulo”: a saudade do que a gente sempre teve

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Enquanto selecionava e pensava no material para escrever o texto da semana na coluna, fiz várias reflexões acerca do mercado literário, do impacto nas vendas, do comportamento nos lançamentos e em como os autores e editoras iriam enfrentar tudo isso. Certamente falar sobre o impacto do isolamento social seria interessante, e ainda falarei sobre, mas no meio desse pensamento todo, me veio um maior: nossa liberdade.

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“O Pequeno Príncipe visita São Paulo”


Há um tempo, um pouco antes da pandemia estourar, recebi um livro que contava sobre a visita do conhecido personagem Pequeno Príncipe à cidade de São Paulo . A ideia é mostrar os principais pontos turísticos da cidade pelo ponto de vista do personagem. Num primeiro momento dei uma folheada e o coloquei junto aos outros para uma futura publicação na coluna. Hoje, em quarentena há mais de 10 dias sem sair de casa, peguei o livro e uma onda de sentimento sobre liberdade me invadiu. 

Eu moro na cidade de São Paulo há mais de 30 anos e, embora conheça fisicamente todos os lugares citados no livro, me deu um aperto no coração por não poder (ou ter a consciência nesse momento) de ir visitá-los no momento que eu quiser. 

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Pequeno Príncipe visitando estádio do Pacaembu

Um deles citados, por exemplo, é o estádio do Pacaembu, palco de vários clássicos e onde fui diversas vezes não só trabalhar (quando fui jornalista esportiva), mas assistir aos jogos do meu time, e que hoje, vejam só, é local de um hospital de campanha. 

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Essa pandemia tem nos mostrado muito sobre relações humanas e tem me feito resgatar um dos principais ensinamentos que tive com a leitura original do Pequeno Príncipe (lançado em 1943), que é nos reconectar com o nosso “eu” criança. Essa reconexão com a curiosidade genuína, nos torna mais criativos e com certeza mais amáveis. É a cena clássica do elefante engolindo a jiboia que nenhum adulto conhece enxergar. 

Esse momento necessário de isolamento social talvez seja um importante momento de auto conexão, e de um momento que a gente consiga olhar para o mundo e entender como estamos caóticos e vivendo muitas vezes para o trabalho, sem preservar nossas reais relações com filhos, amigos e nossos pais ou parentes próximos. 

A gente sabe que todo autor tem uma intenção quando publica um texto, uma obra, mas talvez nem mesmo a autora desse livro “O Pequeno Príncipe visita São Paulo” (editora Tocalivros), Christiane Couve de Murville, conseguiria prever o que poderia se tornar a mensagem sobre liberdade e saudade que me despertou ao ver as imagens dos pontos turísticos da minha cidade.

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Saudades , boas saudades que, espero, em breve poder matar e valorizar, ainda mais, os pequenos momentos de liberdade e prazer que a vida nos proporciona. Cada um irá levar algo como aprendizado dessa pandemia, e que a gente possa refletir sobre como as nossas relações irão se dar a partir de agora. Que o novo velho mundo nos transforme em pessoas melhores. 

Para sugestões e pautas: [email protected]

Fonte: IG GENTE

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